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Metodologia O tratamento de dependência química tradicionalmente tem sido visto como um problema físico e emocional do dependente, assim, a fisiologia, pensamentos, sentimentos e comportamento do indivíduo têm sido tratados. Atualmente há um reconhecimento de que tratamento não é recuperação, mas a primeira etapa de um longo processo. E mais, o tratamento inicial não é um indicador da probabilidade de sobriedade, mas depende das circunstâncias que o dependente encontrará quando retornar para sua comunidade. Assim, o importante do processo de recuperação é focalizar nas condições e elementos necessários para apoiar o dependente nos primeiros anos de sua recuperação, quando retorna para a sociedade, e isto é especialmente aplicável ao jovem que está no processo de desenvolver habilidades sociais. Essa modalidade pode ser designada como uma "ecologia de tratamento de dependência" uma vez que focaliza no contexto completo de recuperação, incluindo o relacionamento entre os dependentes e o meio-ambiente, físico, social e cultural. As famílias, parentes, redes sociais e a comunidade têm que ser envolvidas no processo de tratamento, não só para apoiar o dependente, mas para recuperar-se dos danos causados pela dependência. Um recente artigo em inglês, ainda em esboço, por um grupo de profissionais, que reflete esses mudanças na abordagem de tratamento pode ser acessado, clicando aqui. As três estapas cronológicas do tratamento são:
Porém, a ordem da avaliação é contrária. Se o último, Oportunidade, não for viável, o residente não entra no programa.
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